O secretário Marcellus Campêlo disse que a assinatura do contrato de financiamento era aguardada para que a UGPE pudesse dar prosseguimento às demais obras e fases do programa. No momento, destaca, as equipes concentram-se na publicação dos editais das obras e para avançar no mapeamento do reassentamento.

“Vamos dar andamento às licitações que ainda faltam para as obras de urbanização, construção de unidades habitacionais, macrodrenagem, e construção de equipamentos públicos, parques e praças e também do reflorestamento. Também vamos fazer as contratações para apoio ao gerenciamento e supervisão de obras e para o Trabalho Técnico Social (TTS), bem como estruturar o fortalecimento do Serviço de Abastecimento de Água e Esgoto (SAAE) local”, reforçou

Responsável pelo saneamento no município, o SAAE terá investimento de R$ 10 milhões do programa para poder receber a obra que será entregue.

Outra fase importante, afirma, é o reassentamento que antecede as obras de urbanização. “Com a assinatura do contrato e o TTS ativo, a gente consegue começar a estruturar o reassentamento da população. A gente vai começar a fazer uma preparação mais acurada disso e assinar o convênio com a Superintendência de Habitação do Amazonas (Suhab) que vai nos apoiar no Plano Diretor de Reassentamento, para começar o trabalho de campo com as famílias”, observou.

Missão de arranque

Está prevista para janeiro a Missão de Arranque, uma fase protocolar do programa, quando equipes do BID virão ao Estado para dar início oficial ao Prosai. “A gente revisa todas as metas, todos os componentes do programa, tudo o que foi preparado, faz os ajustes necessários e, a partir dai, estabelece o planejamento oficial do programa, com as metas, indicadores e as linhas de base”, detalhou Marcellus Campêlo.