A guerra no Oriente Médio registrou neste domingo (1º) nova escalada de violência, com bombardeios e confrontos que ampliaram o número de mortes e feridos, segundo informações da Agência Brasil e outras fontes internacionais.
O conflito começou no último sábado, quando forças dos Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irã, resultando em ataques aéreos em várias províncias do país. Autoridades iranianas confirmaram a morte de figura central do regime, o líder supremo Ali Khamenei, e de outras lideranças durante os bombardeios.
Bombardeios e número de vítimas
Segundo dados divulgados pela mídia local e por equipes de resgate, ao menos 201 pessoas foram mortas e cerca de 747 ficaram feridas no Irã apenas nos primeiros dias de combates, em ataques que atingiram diversas cidades, incluindo uma escola na cidade de Minab, onde dezenas de meninas morreram.
As Forças Armadas dos Estados Unidos informaram também a morte de três militares americanos e ferimentos em outros durante os ataques ao Irã, em um episódio que marcou as primeiras baixas dos EUA neste conflito.
Do lado israelense, relatos confirmam que ataques retaliatórios iranianos com mísseis e drones deixaram mortos e feridos, incluindo civis, em cidades como Beit Shemesh.
Retaliações e expansão do conflito
A retaliação iraniana seguiu ao longo do domingo, com lançamento de misseis e drones contra posições israelenses e bases militares americanas no Oriente Médio, segundo fontes regionais.
O confronto já provocou cancelamentos massivos de voos e fechamentos de espaço aéreo em vários países da região, além de preocupações diplomáticas internacionais.
Apelos por paz
Diante da escalada, líderes globais têm emitido apelos por diplomacia e cessar-fogo para evitar uma tragédia ainda maior. O Papa fez um chamado à negociação, alertando para os riscos de uma espiral de violência sem controle.
A situação no Oriente Médio segue volátil, com combates ativos em várias frentes e um cenário que preocupa governos e organizações internacionais devido ao potencial de uma crise humanitária mais ampla.




