Os visitantes que estiverem em Parintins durante o 59º Festival Folclórico terão a oportunidade de conhecer de perto os bastidores do maior espetáculo cultural da Amazônia. O Governo do Amazonas anunciou a realização de visitas guiadas ao Bumbódromo entre os dias 24 e 28 de junho, oferecendo uma experiência imersiva na história e na grandiosidade da festa dos bois Caprichoso e Garantido.
A atividade integra a programação do Circuito da Cultura 2026 e será realizada no período da manhã, das 9h às 12h, mediante agendamento prévio. As visitas serão organizadas em grupos de até 40 pessoas, distribuídos em quatro horários diários, com expectativa de receber cerca de 160 visitantes por dia.
Durante o percurso, o público poderá explorar diferentes espaços do Centro Cultural de Parintins, conhecido como Bumbódromo, palco das apresentações dos bois-bumbás e principal símbolo do festival. A programação inclui acesso ao hall de entrada da arena, onde estão montadas a exposição “60 Anos do Festival de Parintins” e mostras dedicadas aos bois Caprichoso e Garantido.
Outro destaque da visita é o acesso ao Camarote Tapiri, localizado no sétimo andar do complexo cultural, de onde os participantes poderão contemplar uma vista panorâmica da arena e da estrutura preparada para receber milhares de espectadores durante as três noites de disputa folclórica.
A experiência também contará com a apresentação teatral “Parintins, Folclore em Festa!”, encenada por alunos do Núcleo de Teatro do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro. O espetáculo apresenta ao público elementos da história, das tradições e da identidade cultural que transformaram o festival em uma das maiores manifestações folclóricas do país.
Realizado anualmente no último fim de semana de junho, o Festival de Parintins atrai milhares de turistas do Brasil e do exterior para acompanhar o duelo entre os bois Caprichoso e Garantido. A visitação ao Bumbódromo surge como uma oportunidade para que visitantes conheçam não apenas a arena, mas também a memória, os personagens e os bastidores que ajudam a construir um dos maiores patrimônios culturais da Amazônia.




