O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), reforçou, por meio de requerimentos enviados ao Governo do Estado e à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a necessidade urgente de conclusão das obras do polo universitário da UEA no município de São Paulo de Olivença, localizado a 991 quilômetros de Manaus.
Segundo o parlamentar, a interiorização do ensino superior é uma das maiores conquistas da UEA desde sua criação, e a expansão da universidade para áreas remotas como o Alto Solimões é fundamental para garantir oportunidades reais à juventude amazonense.
“A UEA tem sido um vetor de transformação social no interior. Concluir o polo de São Paulo de Olivença é investir no futuro de uma região inteira. Estamos falando de acesso ao ensino, qualificação profissional e geração de oportunidades para milhares de jovens”, afirmou Roberto Cidade.
Os documentos encaminhados ao governador Wilson Lima (UB) e ao reitor da UEA, André Luiz Zogahib, enfatizam que o polo universitário seria um instrumento estratégico para impulsionar o desenvolvimento educacional, social e econômico da região. O município, com cerca de 33 mil habitantes e mais de 70 comunidades ribeirinhas, enfrenta desafios logísticos e estruturais que dificultam o acesso à educação superior.
Cidade ressalta que a presença do polo contribuiria significativamente para reduzir a evasão escolar, aumentar a empregabilidade local e fomentar o empreendedorismo. “Investir em educação superior no interior é um passo decisivo para reduzir desigualdades e fortalecer o desenvolvimento sustentável da região”, pontuou o parlamentar.
Estudos mostram que a presença de instituições de ensino superior em regiões remotas eleva a renda média dos egressos, amplia as possibilidades de emprego e promove inclusão social. A conclusão das obras da UEA em São Paulo de Olivença representa, portanto, uma resposta concreta às necessidades locais e uma política pública de transformação de longo prazo.
“A educação é um direito, não um privilégio. E garantir esse direito no Alto Solimões é uma obrigação do poder público. A conclusão dessa obra é imprescindível e inadiável”, finalizou Roberto Cidade.




